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sábado, 16 de setembro de 2023

Crase

 Quando usar a crase? Um guia simples para não errar mais

Crase é um fenômeno linguístico em que ocorre a contração da preposição “a” com o artigo definido “a(s)”. O acento que indica essa contração é chamado de acento grave.

"Crase é o nome que se dá à união da preposição “a” com o artigo definido “a(s)”, ou com o “a” inicial dos pronomes demonstrativos “aquele(s)”, “aquela(s)” e “aquilo”, ou, ainda, com o “a” inicial dos pronomes relativos “a qual” e “as quais”.

Ao acento indicador de crase dá-se o nome de acento grave. No entanto, existem algumas regras para usar a crase e alguns macetes para nunca deixar de fazer o seu uso correto. É o que veremos a seguir."   

Uso da crase: regras para entender como ela funciona sem decorebas

"Quando usar a crase?

Quando o complemento de um verbo que exija a preposição “a” for um substantivo feminino antecedido de artigo feminino “a”:

Vamos à loja para comprar outros enfeites.

Observe: Vamos a + a loja = Vamos à loja.

Quando o complemento de um nome que exija a preposição “a” for um substantivo feminino antecedido de artigo feminino “a”:

Ela se mostrou favorável à medida proposta pela vereadora.

Observe: Ela se mostrou favorável a + a medida = Ela se mostrou favorável à medida.

Quando os pronomes demonstrativos “aquele(s)”, “aquela(s)” e “aquilo” exercem a função de complemento de termo que exija a preposição “a”:

    Somos contrários àqueles que defendem o radicalismo.

    Devo obedecer àquilo em que acredito.

    Estou referindo-me àquelas semanas em que não pude vir trabalhar.

Portanto:

    Somos contrários a + aqueles = Somos contrários àqueles.

    Devo obedecer a + aquilo = Devo obedecer àquilo.

    Estou referindo-me a + aquelas = Estou referindo-me àquelas.

Atenção! O pronome demonstrativo pode estar implícito (oculto). Nesse caso, ocorre a crase:

Não me refiro a essa, mas à da direita.

Observe: Não me refiro a essa, mas a (aquela) da direita = Não me refiro a essa, mas àquela da direita."

"Quando os pronomes relativos “a qual” e “as quais” exercem a função de complemento de termo que exija a preposição “a”:

    A peça à qual assisti não valeu um centavo do que paguei.

    As tarefas às quais nos dedicamos cotidianamente são sempre essenciais.

Assim:

    Assisti a + a peça = Assisti à peça.

    Dedicamo-nos a + as tarefas = Dedicamo-nos às tarefas.

No entanto, o pronome “a qual” se refere ao termo anterior “peça”, no primeiro exemplo, e o pronome “as quais” se refere ao termo anterior “tarefas”, no segundo exemplo. Nesse caso, o acento grave é colocado sobre o “a” dos pronomes relativos “a qual” e “as quais”. Portanto: “A peça à qual assisti” e “As tarefas às quais nos dedicamos”.

Leia também: A ou há?

Em locuções adverbiais femininas com substantivos no singular ou plural, como: à tarde, à vontade, às vezes, às pressas, às quatro horas etc.:

    Vocês estão em minha casa, podem ficar à vontade.

    Não vale a pena decidir às pressas o que fazer nas férias.

Exceção à regra é a locução “a distância”, se não estiver determinada:

    Estávamos observando tudo a distância.

    Estávamos observando tudo à distância de cinco metros.

Nas locuções conjuntivas “à medida que” e “à proporção que”:

À medida que amadurecemos, passamos a dar valor ao silêncio.

Antes de palavra masculina (inclusive no plural), caso haja uma palavra feminina implícita:

Necessitamos, com urgência, ir à abastecimentos.

Isto é: Necessitamos, com urgência, ir à (central de) abastecimentos.
Mulher fazendo sinal de joia para representar o uso da crase.
Há algumas regras para o uso da crase.
Quando não usar a crase?

Antes de verbos:

Meu primo começou a cumprir pena socioeducativa.

Antes de pronome pessoal:

Não tenho que dar satisfações a ela.

Veja também: Pronomes de tratamento – um tipo específico de pronome pessoal

Antes de palavras masculinas:

    Era um sentimento muito semelhante ao amor.

    Era um sentimento muito semelhante a amor.

Portanto, a próxima frase está incorreta:

Era um sentimento muito semelhante à amor.



Atenção! Pode ocorrer crase diante de palavra masculina quando ela for precedida de palavra feminina implícita na frase:

Era uma pintura à Leonardo da Vinci.

Entende-se:

Era uma pintura à (maneira de) Leonardo da Vinci.

Entre palavras idênticas repetidas, como nas expressões: cara a cara, boca a boca etc.:

Depois do afogamento, foi preciso fazer respiração boca a boca.

Antes das palavras “casa” (no sentido de “lar”) e “terra” (em sentido oposto a “bordo”):

    Vou a casa no próximo fim de semana.

    Ao chegar a terra, o marinheiro foi até o local marcado.

No entanto, se essas duas palavras (“casa” e “terra”) forem qualificadas, ocorrerá a crase:

    Vou à casa de minha irmã no próximo fim de semana.

    Ao chegar à terra dos renegados, o marinheiro foi até o local marcado.

Antes de palavra feminina de caráter genérico:

    Não cheguei a conclusão alguma.

    Não peço nenhum favor a pessoas de caráter duvidoso.

Antes de nome de cidade ou vila:

    Chegar a Fortaleza é como voltar para casa.

    Fiz referência a Jericoacoara em minha tese de doutorado.

Antes de nomes de pessoas famosas:

O artigo estava relacionado a Marie Curie.

Antes dos seguintes pronomes: “ninguém”, “essa”, “toda”, “cada”, “qualquer”, “tudo”:

Ela devia dar satisfações a toda a gente, a cada pessoa prejudicada.

Antes do artigo indefinido “uma”:

Não se deve dar crédito a uma pessoa que mente.

Antes de numerais:

Eles foram comparados a duas crianças mimadas.

Antes de expressões adverbiais de modo com substantivo no plural:

    A trancos e barrancos, conseguiu chegar até o fim da maratona.

    Os funcionários resolveram tudo a pauladas.

Depois da palavra “candidata”:

Luciana foi candidata a prefeita nas últimas eleições.
Mulher fazendo sinal de negativo para representar os erros de uso da crase
Para não usar a crase de maneira incorreta, é preciso atenção.
Casos facultativos de uso da crase 



Antes de pronomes possessivos femininos:

Não dão valor à nossa opinião.

ou

Não dão valor a nossa opinião.

Antes de nome próprio feminino:

Fizemos referência a Joana.

ou

Fizemos referência à Joana.

José de Nicola e Ulisses Infante defendem que, nesse caso, o uso do artigo “a” é facultativo. Segundo eles, uma forma de verificar isso é substituir, na frase, o termo que exige a preposição “a” por um termo que exige outro tipo de preposição. Veja um exemplo:

Não falamos da Joana

ou

Não falamos de Joana.

Isso, de acordo com esses gramáticos, demonstra que o uso do artigo é facultativo; consequentemente, o uso da crase também.

Já Luiz Antonio Sacconi defende que só “acentuamos o ‘a’ antes de nomes de pessoas quando se tratar de indivíduo que faça parte do nosso círculo de amizades, indivíduos aos quais damos tratamento íntimo: a Marisa, a Bete, a Rosa etc. Ex.: Refiro-me à Marisa, e não à Bete”. No entanto, apesar disso, ele considera esse uso facultativo.

Antes de locuções adverbiais femininas indicativas de instrumento, em regra, não se deve utilizar a crase:

Não se pode resolver os conflitos a bala.

No entanto, muitos gramáticos entendem que o uso do acento grave, nesses casos, é facultativo:

Não se pode resolver os conflitos à bala.

Antes dos seguintes nomes de lugar: Europa, Ásia, África, França, Inglaterra, Espanha, Holanda, Escócia e Flandres. Assim:

Não podemos mais voltar à Escócia.

ou

Não podemos mais voltar a Escócia.

Na locução prepositiva “até a”, antes de substantivo feminino:

Chegaram até a praia e desistiram de nadar.

ou



 
Crase 

Chegaram até à praia e desistiram de nadar.
Homem fazendo sinal de positivo e negativo para representar o uso opcional da crase
Às vezes, o uso da crase é uma opção.
Dicas/macetes para o uso correto da crase

O principal macete para você descobrir se deve ou não usar a crase é substituir a palavra feminina que vem depois da possível crase por uma palavra masculina equivalente:

Eu cheguei à escola de Marcelo.

Façamos então a substituição:

Eu cheguei ao colégio de Marcelo.

Note que, ao fazer essa alteração, é possível perceber a presença do artigo definido masculino “o” antes do substantivo “colégio”, o que indica a presença do artigo definido feminino “a” antes do substantivo “escola”.

Assim, temos:

    Eu cheguei a + a escola de Marcelo = Eu cheguei à escola de Marcelo.

    Eu cheguei a + o colégio de Marcelo = Eu cheguei ao colégio de Marcelo.

Fica a dica escrito em fundo branco para representar a ideia de dicas sobre a crase
Para saber quando usar a crase, há alguns truques.

Outro macete, semelhante ao primeiro, é substituir o artigo definido feminino “a” pelo artigo indefinido feminino “uma”. Se é possível utilizar esse segundo artigo, é porque a presença de um artigo feminino é necessária na frase:

Assisti à luta de boxe no último domingo.

Façamos a substituição:

Assisti a uma luta de boxe no último domingo.

Desse modo, temos:

    Assisti a + a luta de boxe = Assisti à luta de boxe.

    Assisti a + uma luta de boxe = Assisti a uma luta de boxe.

Outra maneira de ter certeza da ocorrência ou não da crase, no caso de verbos que indicam movimento, como “ir”, “chegar” etc., é substituir esses verbos por outros que indiquem procedência, como “vir”, “partir” etc., ou mesmo localização, como “estar”, “ficar” etc.:

Chegamos a Fortaleza na manhã de sábado.

Então substituímos por:

Partimos de Fortaleza na manhã de sábado.

E também por:

Ficamos em Fortaleza na manhã de sábado.

Perceba que, nas duas substituições, nota-se apenas a presença de preposição, mas não de artigo. Portanto, em “Chegamos a Fortaleza na manhã de sábado”, não pode ocorrer crase."


sexta-feira, 15 de setembro de 2023

ORAÇÃO

Oração (gramática): o que é, tipos, exemplos - Brasil Escola

A oração é um enunciado caracterizado pela presença de um verbo ou locução verbal. Pode ser classificada como principal, coordenada, subordinada ou intercalada.

Oração é um enunciado que possui verbo ou locução verbal. Ela pode ser classificada como principal, coordenada, subordinada ou intercalada.

Com relação às diferenças entre oração, frase e período, podemos dizer que a frase é um enunciado que pode apresentar verbo ou não. Já o período se inicia com letra maiúscula e é finalizado com ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação, podendo ser simples (formado por apenas uma oração) ou composto (formado por mais de uma oração).

 

O que é oração?

 

A oração é um enunciado que possui um verbo ou uma locução verbal:

 

A vida é mesmo uma loucura!

Finalmente, ela podia dizer tudo que pensava.

 

Nesse segundo exemplo, temos duas orações: “Ela podia dizer tudo” e “que pensava”.

 

Tipos de oração

 

Oração principal

 

Em um período, a oração principal é aquela que não depende de outra oração, ou seja, ela não exerce uma função sintática. No entanto, ela vem sempre acompanhada de oração que completa o seu sentido:

 

Sonhei que estava em Paris.

 

Nesse exemplo, a oração principal é: “Sonhei”. Já “que estava em Paris” é uma oração subordinada, pois completa o sentido da principal.

 

Oração coordenada

 

A oração coordenada é independente:

 

O lápis caiu, o caderno ficou sobre a mesa.

 

Nesse enunciado, temos duas orações coordenadas: “O lápis caiu” e “o caderno ficou sobre a mesa”. Afinal, uma não depende da outra para fazer sentido. No entanto, a oração coordenada também será principal se houver outra oração coordenada que complete o seu sentido:

 

Ficamos tristes, mas não desistimos.

 

Nesse caso, temos duas orações coordenadas: “Ficamos tristes” e “mas não desistimos”. Contudo, o uso da conjunção adversativa “mas” abala levemente a independência entre elas. Assim, “mas não desistimos” também é oração principal. Afinal, a ideia principal do enunciado é que “não desistimos”, apesar do fato de que “ficamos tristes”.

Portanto, a oração coordenada pode ser assindética ou sindética (aditiva, adversativa, alternativa, conclusiva ou explicativa).

 

Oração subordinada

 

A oração subordinada possui total dependência em relação à principal, pois só existe para completar sintaticamente o seu sentido:

 

Esqueceu-se de que zombava de mim na escola.

 

Nesse exemplo, a oração principal é “Esqueceu-se”, enquanto a oração subordinada “de que zombava de mim na escola” exerce a função de objeto indireto da principal. No mais, a oração subordinada pode ser substantiva, adjetiva ou adverbial.

 

Oração intercalada ou interferente

 

Como o próprio nome diz, essa oração aparece no meio de outra oração ou entre orações. Ela assume o caráter de uma opinião, esclarecimento, explicação, observação etc. Ela não exerce uma função sintática no período:

 

Frequentemente — aconteceu diversas vezes na minha vida — caminho dormindo pelo meu bairro.

 

Edson comprou uma impressora (a outra tinha estragado definitivamente) e estava esperando ansiosamente a entrega.

 

Ela é tão bonita, pensava Maria, que chego a sentir vergonha de minha aparência.

 

Como identificar uma oração

 

Para identificar uma oração, é preciso localizar os verbos ou locuções verbais de um período. Assim, vamos ver quantas orações encontramos no trecho abaixo da obra Noite na taverna, de Álvares de Azevedo:

 

Eu me encostei à aresta de um palácio. A visão desapareceu no escuro da janela... e daí um canto se derramava. Não era só uma voz melodiosa: havia naquele cantar um como choro de frenesi, um como gemer de insânia: aquela voz era sombria como a do vento à noite nos cemitérios cantando a nênia das flores murchas da morte.

 

Portanto, o parágrafo apresenta sete orações distintas:

 

1. “Eu me encostei à aresta de um palácio.”

2. “A visão desapareceu no escuro da janela...”

3. “[...] um canto se derramava.”

4. “Não era só uma voz melodiosa: [...].”

5. “[...]: havia naquele cantar um como choro de frenesi, [...].”

6. “[...]: aquela voz era sombria [...].”

7. “[...] cantando a nênia das flores murchas da morte.”

 

Frase, oração e período

 

A frase é qualquer enunciado capaz de transmitir ideias, emoções, ordens etc. Diferentemente da oração, a frase pode ser composta por um verbo ou não:

 

Perfeito!

Quem você pensa que é?

 

Já a oração é uma frase (ou parte de uma frase) que, obrigatoriamente, apresenta um verbo ou locução verbal:

 

Todo mundo diz isso.

Eles sabem que você mentiu.

 

Por fim, consideramos período o trecho que vai do início de um enunciado (cuja primeira palavra é escrita com letra maiúscula) até a sua conclusão (marcada pelo ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação). Para exemplificar, retomemos o parágrafo de Noite na taverna:

 

Eu me encostei à aresta de um palácio. A visão desapareceu no escuro da janela... e daí um canto se derramava. Não era só uma voz melodiosa: havia naquele cantar um como choro de frenesi, um como gemer de insânia: aquela voz era sombria como a do vento à noite nos cemitérios cantando a nênia das flores murchas da morte.

 

Nesse parágrafo, podemos apontar três períodos:

 

1. “Eu me encostei à aresta de um palácio.”

2. “A visão desapareceu no escuro da janela... e daí um canto se derramava.”

3. “Não era só uma voz melodiosa: havia naquele cantar um como choro de frenesi, um como gemer de insânia: aquela voz era sombria como a do vento à noite nos cemitérios cantando a nênia das flores murchas da morte.”

Assim, existe o período simples (com apenas uma oração) e o composto (com mais de uma oração).

É necessário saber o que é um verbo para identificar uma oração.

 

 

SINTAXE

 A sintaxe é responsável pelo estudo da análise sintática, relação de concordância, de regência e disposição das palavras na frase

 

A sintaxe é responsável pelo estudo da análise sintática, relação de concordância, de regência e disposição das palavras na frase.

 

Ampliamos rotineiramente nossos conhecimentos acerca dos aspectos que norteiam a língua, porém, nem sempre nos damos conta de que todos eles pertencem a partes distintas da Gramática. Essas partes, por sua vez, tornam-se responsáveis por elucidá-los, levando em conta critérios específicos. Neste nosso encontro iremos estabelecer familiaridade com a sintaxe, a qual representa uma dessas subdivisões.  Dessa forma, ela é responsável:


* Pelo estudo das funções sintáticas que as palavras executam dentro de um contexto oracional, pois uma mesma palavra, ora ocupando seu lugar dentro da morfologia (como, por exemplo, um pronome), pode exercer diferentes papéis, tendo em vista a função sintática. A título de ilustração, constatemos:

Nós sairemos hoje à noite.
Temos que o pronome pessoal do caso reto (nós) ocupa a função de sujeito.

* Pela relação de concordância estabelecida entre as palavras numa oração. Como exemplo, citamos:

Alunos estudiosos sempre se esforçam.

Notamos que o adjetivo “estudiosos” concorda em gênero e número com o substantivo “alunos”. A esse processo damos o nome de concordância nominal.

* Pela relação de concordância que se estabelece entre o verbo e o sujeito, assim como expresso no exemplo anterior. Veja:

Alunos estudiosos sempre se esforçam.

Temos que o verbo “esforçar” (conjugado na terceira pessoa do plural) estabeleceu concordância com o sujeito “alunos”, representado pela forma gramatical “eles”. A tal processo atribuímos o nome de concordância verbal.

* Pela relação de dependência entre as palavras numa oração, como podemos observar em:

Alunos estudiosos sentem necessidade de estudar. Inferimos que o termo “de estudar” completa o sentido do substantivo “necessidade”. Assim, ele (o substantivo) requer um complemento, de tal modo damos o nome de regência nominal a essa relação de dependência.  

* Pela relação de dependência entre os verbos de uma oração, como expresso em:

Crianças carentes necessitam de cuidado.

Constatamos que o verbo necessitar exige um complemento, haja vista que não possui sentido por si só. A essa dependência damos o nome de regência verbal.  

* Pela disposição das palavras num enunciado linguístico, perfeitamente constatável em:

Alunos estudiosos são esforçados. Em vez de dizermos “são alunos estudiosos esforçados”. Assim, a esta disposição ordenada das palavras atribuímos o nome de sintaxe de colocação.